Controle da Trapoeraba após a colheita do milho

Autores

Palavras-chave:

Resistencia, Plantas invasoras, Entressafra

Resumo

A presença de ervas invasoras, como Commelina benghalensis, representa um desafio significativo para a produção agrícola, tornando o manejo integrado de plantas daninhas (MIPD) essencial para um controle eficiente e sustentável. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes herbicidas inibidores da protox (PPO) no controle da trapoeraba após a colheita do milho. O experimento foi conduzido em campo, na Universidade Estadual do Norte do Paraná, utilizando um delineamento em blocos inteiramente casualizados com sete tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos incluíram: controle sem herbicida, aplicação isolada de glyphosate e 2,4-D, além de cinco combinações de herbicidas PPO (flumioxazina, saflufenacil, tiafenacil, epyrifenacil e carfentrazone), todos associados ao glifosato e 2,4-D. Os resultados mostraram que o epyrifenacil se destacou com mais de 80% de controle da trapoeraba aos 7 dias após a aplicação (DAA), mantendo-se com maior média de controle da planta invasora. Em contrapartida, o tratamento com saflufenacil apresentou menor desempenho. A utilização de herbicidas inibidores da PPO demonstrou ser uma estratégia eficaz para o manejo da trapoeraba, contribuindo para um controle mais rápido e eficiente.

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Publicado

2026-04-22

Edição

Seção

Resumo expandido

Como Citar

Controle da Trapoeraba após a colheita do milho. (2026). Simpósio Nacional De Produção Agropecuária Sustentável, 3. https://conferencias.uenp.edu.br/index.php/sinpas/article/view/21