Óleo essencial de Lavandula angustifolia sobre Aedes aegypti (Linneaus, 1762)

Autores

Palavras-chave:

Bioinseticida, Dengue, Efeito larvicida, Desenvolvimento sustentável

Resumo

Aedes aegypti apresenta importância epidemiológica por ser vetor de arboviroses. Inseticidas químicos são utilizados para seu controle, mas possuem princípios nocivos que afetam o ambiente e a saúde pública. Problemas respiratórios, neurotóxicos e resistência farmacológica foram relacionados ao uso desses pesticidas. Produtos naturais como óleos essenciais podem representar alternativa sustentável e biodegradável ao uso de inseticidas químicos. Dessa forma, objetivou-se avaliar ação larvicida do óleo essencial de Lavandula angustifólia a 5% (OEL). O teste larvicida foi realizado conforme Organização Mundial da Saúde, e os seguintes tratamentos foram avaliados: OEL 5%, controle negativo (água não clorada) e positivo Espinosade (Espinosina A e D). OEL determinou 100% de mortalidade em 24h, o tratamento controle positivo determinou 90% e 100% de mortalidade em 24h e 48h respectivamente, e o tratamento controle negativo não determinou mortalidade larval. Assim, foi possível concluir que o OEL pode contribuir para a sustentabilidade ambiental, favorecendo as estratégias sanitárias no que se refere ao controle das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti. Portanto, justifica-se a continuidade deste estudo, a fim de se determinar a dose letal mínima e consequentemente possibilitar a diminuição do custo e maior sustentabilidade tanto ambiental como econômica na aplicabilidade do produto como biolarvicida.

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Publicado

2026-04-22

Edição

Seção

Resumo expandido

Como Citar

Óleo essencial de Lavandula angustifolia sobre Aedes aegypti (Linneaus, 1762). (2026). Simpósio Nacional De Produção Agropecuária Sustentável, 3. https://conferencias.uenp.edu.br/index.php/sinpas/article/view/50