Vazões de quatro pontas de pulverização utilizando diferentes pressões e caldas

Autores

  • Layara Arieli Zocatte de Melo Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Rone Batista de Oliveira Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Taffaréu Oliveira Agostineti Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Felipe Zanda Góes Ortiz Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Eder Dias de Moraes Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Marco Antonio Gandolfo Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor

Palavras-chave:

Modelos de pontas, Pressão de pulverização, Calda de pulverização

Resumo

O conhecimento sobre a pressão de pulverização é essencial para vazão da ponta. A pressão tem muita influência na característica de funcionamento das pontas durante a pulverização. A ponta corresponde a um componente do bico responsável pela formação das gotas. Este trabalho teve como objetivo avaliar a vazão proporcionada pela combinação de quatro tipos de pontas em duas pressões de operação e duas caldas de pulverização. As pontas utilizadas foram: Jato plano duplo (AXI 12002 TWIN®), jato plano comum com pré-orifício (ADI11002®), jato plano comum com indução de ar (AVI 11002®) e jato plano comum (AXI 11002®) nas pressões de 207 e 276 kPa. Utilizando um simulador, com funcionamento semelhante aos pulverizadores utilizados em nível de campo, foram analisadas as vazões das pontas, de duas caldas, uma constituída de água e a outra por água e óleo vegetal (0,5%, v v-1). A vazão foi quantificada pelo método de peso do líquido coletado num tempo total de 2 minutos para todos os tratamentos. Os resultados indicam que as pressões estudadas influenciaram a vazão, sendo que em geral a maior pressão propiciou maior vazão, além disso, o mecanismo de funcionamento das pontas também contribuiu para uma diferença do volume coletado.

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Publicado

2026-08-18

Edição

Seção

Trabalhos científicos