Cana-de-açúcar: ponto de igualdade de custos entre colheita manual e mecanizada na região de Bandeirantes-PR

Autores

  • Euripedes Bomfim Rodrigues Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Marcio Massashiko Hasegawa Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Hatiro Tashima Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Otavio Jorge Grigoli Abi-Saab Universidade Estadual de Londrina image/svg+xml Autor

Palavras-chave:

Colhedoras, Custo operacional, Ponto de equilibio

Resumo

A prática da queima antes da colheita da cana-de-açúcar vem sendo questionada, tanto pelo poder público quanto pela sociedade, preocupada com as questões ambientais. A colheita mecanizada da cana sem queima é apontada como um dos possíveis métodos para evitar a queima, e começa a ser utilizada na região de Bandeirantes-PR. Neste trabalho avaliou-se, viabilidade técnica econômica da utilização de colhedoras automotrizes de cana-de-açúcar em toletes, determinando a área que justifique a aquisição das mesmas, em comparação com a colheita manual de cana com queima e sem queima, de modo a fornecer subsídios que auxiliem no planejamento de investimentos agrícolas. As determinações de campo foram realizadas em área pertencente à Usina de Açúcar e Álcool Bandeirantes. As variedades de cana-de-açúcar, Saccharum spp, utilizadas foram: RB 72-454, SP 81-3250 e RB 85-5113, plantadas em espaçamento de 1,40 m em nitossolos. Foram encontrados valores de 3,06 US$ t-1 para o custo da colheita mecanizada da cana sem queima e de 4,14 US$ t-1 para a colheita manual da cana queimada. O uso de colhedoras automotrizes em substituição à colheita manual de cana-de-açúcar nas condições analisadas, é técnica e economicamente viável com ou sem uso da queima.

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Publicado

2026-08-18

Edição

Seção

Trabalhos científicos