Cana-de-açúcar: colheita mecanizada e a absorção da mão-de-obra na região de Bandeirantes-PR

Autores

  • Euripedes Bomfim Rodrigues Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Maria Eliza Brumatti Galiardi Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Heloisa de Souza Vicente Universidade Estadual do Norte do Paraná image/svg+xml Autor
  • Otavio Jorge Grigoli Abi Saab Universidade Estadual de Londrina image/svg+xml Autor

Palavras-chave:

Corte manual, Queima, Despalha

Resumo

A prática da despalha da cana-de-açúcar pela queima é comum no processo semi-mecanizado da colheita, pois emprega o corte manual do canavial. Essa prática é questionada pelos ambientalistas de uma forma geral pelos seus danos causados, particularmente ao ar, aos riscos de incêndios, desmatamentos e na biologia do solo. Este estudo é oportuno visto que em curto prazo a colheita mecânica deverá ser adotada. Estudos complementares que visem uma análise técnica-econômica prévia e que permitam uma decisão a respeito de sua incorporação a este sistema produtivo, são de grande importância. O objetivo deste trabalho é quantificar a área possível de receber a inovação tecnológica, levantar o número de pessoas envolvidas e a capacidade de absorção de mão de obra qualificada do subsistema colheita mecanizada. Para a área e as condições avaliadas a colheita mecanizada da cana-de-açúcar sem queima mostrou-se técnica e economicamente promissora. Nas condições avaliadas cada máquina substitui 53 pessoas. É necessária a abertura de 53 postos de trabalho para cada máquina no campo, nas condições avaliadas.

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Publicado

2026-08-18

Edição

Seção

Trabalhos científicos